POEMA DE RESISTÊNCIA

VIDA DE DOR

Luto contra o tédio e a solidão que me assedia na madrugada insone.
O fardo do meu fado é enfadonho.
A cidade está em caos!
Os meus já se tornaram crônicos.
Sou um paiol de conflitos preste a explodir,
A guerra que travo comigo mesmo me esmaga os ossos
e me dilacera os nervos, mas a poesia me serve de paliativo,
enquanto o fim não entra em cena.

(Jorge Furtado Poeta e escritor cearense – 2017)

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